Ter um filhote
filhote fi.lho.te sm (filho+ote) 1 Pessoa muito protegida, até o escândalo. 2 Ictiol Peixe grande do Brasil. 3 Filho pequeno. 4 Cria de animal. 5 Ictiol Piraíba ou piratinga, quando pequena. 6 fam Tratamento carinhoso para o filho. 7 V bonificação filhote.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
O parto
No dia 19 de março de 2012, acordei e fui até o pronto socorro, simplesmente por estar com 41 semanas de gravidez e parecer que meu filho ficaria na minha barriga por mais uns seis meses. Eu não sentia absolutamente nada, nem dores, nem cólicas, a barriga não baixava e o bebê continuava em plena atividade uterina, nem a grande vontade de limpar a casa, que todo mundo fala, eu não tinha. Chegando lá, exame básico, tive a sensação de apertarem meu filho como fruta na feira pra saber se estava maduro, e estava. Me mandaram fazer um exame cardiológico no bebê e depois quando mostrei pro médico ele disse pra eu voltar na dia seguinte pra fazer a cesárea, com um receituário bem claro que dizia "paciente com idade gestacional de 41 semanas, sem sinais de trabalho de parto".
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Voltando
Tantas coisas aconteceram nesses cinco meses de Benjamin na minha vida, não posso dizer que foi ruim, mas foi bem difícil, aprendemos com nosso filhote a cuidar dele, foram inúmeras noites sem dormir, cólicas, choros sem explicação ou sem compreensão, nossa ignorância diante de alguns fatos era tanta, ainda bem que conseguimos rir disso agora, mas o que sempre existiu foi amor pelo nosso pequeno, e isso nos levou a conseguir deixa-lo sempre bem, procurando fazer o nosso melhor por ele. Chorei muitas vezes por não saber o que fazer, mas como dizem, tem o instinto materno, e é verdade, me sinto um animal protegendo e cuidando dele, como diz o Wagner, sou uma gata parida.
Depois de ter abandonado o blog, hoje retorno pra uma breve postagem. Está sendo um máximo ser mãe, estamos curtindo essa fase e está ficando cada vez mais fácil e divertido. Na realidade não é que está ficando fácil, é que estamos aprendo a cuidar e a ter rotina com nosso filhote. Ele está cada dia mais lindo e mais esperto, agora já vira na cama, isso é preocupante mas incrível, também já está coordenação motora bem desenvolvida, pega os objeto e leva pra boca. Já faz uma semana que o Benjamin está frequentando a creche, hoje meu sentimento é só por estar longe dele, mas estou tranquila, confio primeiramente em Deus e depois nas moças que cuidam dele, ele está muito bem, aparentemente está se acostumando, apesar de ficar um pouco perdido quando vamos busca-lo.
Enfim, o Ben é o melhor que eu tenho na vida!
| Indo pra creche em 13.08 |
Enfim, o Ben é o melhor que eu tenho na vida!
quinta-feira, 8 de março de 2012
Aproveitando a data
Hoje por ser dia Internacional da Mulher vou aproveitar a data pra falar um pouco do que eu espero para o meu momento de ser mãe. Vale lembrar que não somente nós mulheres podemos ser mãe, a verdade é que só nós podemos gerar filhos, mas ser mãe é muito mais, não estou aqui pra levantar essas discussões.
Vamos ao que eu estou a fim de postar, o parto. Dentre as inúmeras sensações e emoções e passei e as que estão por vir, o parto, é um dos meus maiores encantos, antes mesmo de engravidar eu já imaginava e criava expectativas quanto ao meu possível parto, e agora que ele é uma realidade na minha vida, as ideias de como ele será são as melhores, todo mundo pergunta se eu marquei a cesária, mas um dos meus grandes desejos é que ele seja normal, tanto na questão de ser um parto vaginal, como que ocorra dentro da normalidade, sem desesperos. São diversas as histórias que envolvem partos, boas e ruins, mas acredito que cada mulher, ou melhor cada parto tenha sua magnitude. Sei que não sou uma super mulher, e não estou abrindo mão, de maneira alguma, dos cuidados e procedimentos médicos, tais como medicamentos e anestesias, mas desejo muito sentir a chegada do meu filho ao mundo, mesmo que ela seja a forma mais dolorida de cravar a maternidade, é isso mesmo que eu quero dizer e pode parecer estranho, mas eu quero sentir dores, até onde eu possa suportar.
Segundo meu médico, eu tenho vantagens para ter o parto normal, minha gravidez transcorreu sem alterações na minha saúde, sou, ou melhor era magra, o Benjamin está com um tamanho, que como ele mesmo diz, não vai me estragar muito, desde o sexto mês meu bebê já está de cabeça pra baixo, tudo em prol do meu desejo.
Tenho muita fé em Deus, mesmo assim tenho medo do que pode acontecer, estou bastante ansiosa e nenhum um pouco preparada, mas acredito fielmente que tudo vai dar certo, talvez não da maneira que eu imagino, ou seja, a bolsa vai romper pela madrugada (que não tem trânsito), o Wagner vai acordar calmo (o que eu acho pouco provável), vou pegar as malas, sem esquecer nada, chegaremos no hospital, seremos recebidos por uma boa equipe, vou ser preparada e o Ben vai nascer, lindo e perfeito, ou então vai ser da maneira que Deus preparou pra mim, muito melhor do que eu possa imaginar.
Peço pra quem lê, que coloque o Ben, o Wa e eu nas orações, intercedam por nós que é o que mais estamos precisando neste momento.
Vamos ao que eu estou a fim de postar, o parto. Dentre as inúmeras sensações e emoções e passei e as que estão por vir, o parto, é um dos meus maiores encantos, antes mesmo de engravidar eu já imaginava e criava expectativas quanto ao meu possível parto, e agora que ele é uma realidade na minha vida, as ideias de como ele será são as melhores, todo mundo pergunta se eu marquei a cesária, mas um dos meus grandes desejos é que ele seja normal, tanto na questão de ser um parto vaginal, como que ocorra dentro da normalidade, sem desesperos. São diversas as histórias que envolvem partos, boas e ruins, mas acredito que cada mulher, ou melhor cada parto tenha sua magnitude. Sei que não sou uma super mulher, e não estou abrindo mão, de maneira alguma, dos cuidados e procedimentos médicos, tais como medicamentos e anestesias, mas desejo muito sentir a chegada do meu filho ao mundo, mesmo que ela seja a forma mais dolorida de cravar a maternidade, é isso mesmo que eu quero dizer e pode parecer estranho, mas eu quero sentir dores, até onde eu possa suportar.
Segundo meu médico, eu tenho vantagens para ter o parto normal, minha gravidez transcorreu sem alterações na minha saúde, sou, ou melhor era magra, o Benjamin está com um tamanho, que como ele mesmo diz, não vai me estragar muito, desde o sexto mês meu bebê já está de cabeça pra baixo, tudo em prol do meu desejo.
Tenho muita fé em Deus, mesmo assim tenho medo do que pode acontecer, estou bastante ansiosa e nenhum um pouco preparada, mas acredito fielmente que tudo vai dar certo, talvez não da maneira que eu imagino, ou seja, a bolsa vai romper pela madrugada (que não tem trânsito), o Wagner vai acordar calmo (o que eu acho pouco provável), vou pegar as malas, sem esquecer nada, chegaremos no hospital, seremos recebidos por uma boa equipe, vou ser preparada e o Ben vai nascer, lindo e perfeito, ou então vai ser da maneira que Deus preparou pra mim, muito melhor do que eu possa imaginar.
Peço pra quem lê, que coloque o Ben, o Wa e eu nas orações, intercedam por nós que é o que mais estamos precisando neste momento.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Um susto
Neste último mês as minhas consultas de pré natal tem sido semanalmente, com isso fica bem difícil a marcação de exames e consulta, e nem sempre eu consigo nos dias e com os médicos que eu quero. Na minha consulta do dia 16 de fevereiro o médico pediu que eu retornasse na semana seguinte com uma ultrasson, a maioria delas eu tenho feito no Centro Médico Previna, acho bem organizado, os equipamentos são novos e principalmente, a médica é extremamente atenciosa. Mas devido a urgência tive que marcar na data mais próxima, fui no dia 23 de fevereiro às 11:00 fazer no CEAM, tudo muito ruim, começando que não tinha nenhuma indicação de onde era o exame, tive que procurar, mesmo estando no andar indicado ainda tive que perguntar mais um pouco, depois de esperar um pouquinho entrei na sala pra fazer o exame, já não gostei que o médico terminou o atendimento da moça que tinha ido antes de mim na porta do consultório, falando do diagnóstico da ultrasson dela, que não era muito feliz, de forma impaciente e bem alto. Ele fez o exame, se limitando a me perguntar o quantidade de semanas e se eu já sabia o sexo do bebê, e só foi isso que eu ouvi ele falar durante o exame. Peguei o resultado e fui embora, e o susto estava por vir, minha consulta era no mesmo dia as 19:00, quando o médico do meu pré natal pegou o exame disse que o meu bebê estava magro demais, e que tínhamos que repetir o exame urgente, pois ele já cogitava a possibilidade de erro. Isso me abalou demais, fiquei um pouco desesperada diante da situação, a primeira coisa que vem a cabeça é: "o que eu fiz de errado?" Marquei o exame e a consulta para a semana seguinte, agora com a médica que eu tinha o hábito de fazer as ultrasson. Conclusão, ao contrario do que o exame que o DR. CHUNG WON CHON - CRM 76.206, que dizia que meu filho estava magro com 1908 gramas, a não ser que nesta semana eu tenha dado anabolizante para o Benjamin, ele estava na verdade com 2878 gramas. É absurdo, a ultrasson é um exame de diagnóstico, existe uma margem de erro, mas não a ponto de alterar completamente o resultado, fiquei pensando quantas pessoas tem diagnóstico errado por culpa de senhor, pra ter uma ideia, depois de mim, foi chamada uma moça também grávida que não tinha plano de saúde e estava pagando o exame, eu, na semana seguinte pude perceber o erro, e ela? Se era só aquela grana que ela tinha. Fiquei muito triste com a situação, mas depois que resolvido fiquei muito nervosa com esse incompetente.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
As malas estão prontas
Fiquem com Deus e até mais
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Chá de bebê
Um agradecimento especial, a Heide, a Vanessa e a Ana Paula que me ajudaram, muito por sinal, na preparação das comidinhas, achei o resultado bem gostoso, só estou na dúvida se comi demais porque estou grávida.
Um beijo gigante a todas as presentes e também aquelas que por algum motivo não puderam estar presente no chá mas estão sempre presentes de alguma forma na minha vida e em meu coração.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Os movimentos do Benjamin
No começo era só vibrações, as quais eu, na minha vasta experiência cheguei a confundir com dor de barriga e até a correr pro banheiro, mas depois ficou muito claro, "mãe sou eu", mas tinha horário certo pra bagunça começar quando eu chegava da escola por volta das 23h, e durava no máximo meia hora, depois mais e mais, só que agora não tem mais hora nem duração, meu filho se movimenta demais, são ondas, pontadas, endurecimento e tudo mais, é a uma das melhores sensações durante a gravidez, mas... dói, incomoda pra dormir, e dependo da intensidade as vezes tenho que sair andando pela casa, só pra ele acalmar. Agora mesmo, ele está pulando, pois a impressão que dá, é que ele sobe o mais alto que consegue e se joga, na piscina da minha barriga.
Antes de engravidar eu dormia até sem travesseiro, até gostava, mas agora já estou usando três e acho que não vai parar por ai, sinto falta de ar quando eu deito, as costa me incomodam e é assim. Fico olhando pra minha barriga, ela é tão pequena comparada as outras mulheres, mas pra mim que nunca tive barriga, tá enorme!
Agora eu vou, porque apesar de ter diminuido bastante, mas a fome ainda existe.
Beijos pra quem lê
Antes de engravidar eu dormia até sem travesseiro, até gostava, mas agora já estou usando três e acho que não vai parar por ai, sinto falta de ar quando eu deito, as costa me incomodam e é assim. Fico olhando pra minha barriga, ela é tão pequena comparada as outras mulheres, mas pra mim que nunca tive barriga, tá enorme!
Agora eu vou, porque apesar de ter diminuido bastante, mas a fome ainda existe.
Beijos pra quem lê
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