Já era quase 18h20m e o Wagner não chegava, ele estava atrasado afinal marcamos às 18h, não sei como não dei um grito na rua do Ceam, a vontade era dizer pra todos que passavam EU TÔ GRÁVIDA, mas não fiz, mãe e louca não combinam, entrei e sai do hospital umas cinco vezes, ficava lá fora pra ver o Wa chegar, mas tava um friozinho então eu entrava e sentava, com cinco minutos saía de novo, e assim foi, até que em um momento, vi o pai chegando, já não era mais o Wagner, ficou um negócio estranho, uma sensação boa em contar pra ele, o que eu não espera que ele fosse começar a tremer e quase a chorar, me abraçou e pedi pra ele ir para o carro, ele não conseguia andar rs...rs...rs... mas depois de alguns minutos fomos para o carro, rumo a contar pra vovó Luzia.
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